Novas tecnologias

março 26, 2008

Próxima geração de IP na internet

Filed under: Sem-categoria — by alira2008 @ 3:08 pm

     A Próxima geração da internet surgiu devido a falta de IP suficiente para todos usuarios,que utilizam o IP na prática é utilizado IPV4.
    Um protocolo IPV4 é um conjunto de regras de 32 bits e já o IPV6 é de 128 bits trás mais performace de envios de pacotes para todos da rede o endereço de IPV4 é em Broadcast e já o IPV6 é em Multicast.
    A manutenção no DNS do IPV4 é manual ou atráves de DHCP e no IPV6 é automatica via roteador por link.Parte do tamanho do pacote IPV4 é de 576 bits fragmentado e o IPV6 de 1280 bits sem fragmentação.
    Caracteristicas do IPV6:Auto-configuração,Multiplas interfaces,multiplos endereços,Unicast,Multicast,anycast,IPSEC nativa,MTU de 1280 bits, Rotas hierarquicas,coxeção E2E,modilidade eficiente,adress life-time,cabeçalho simplificado,sem subnet-mask,sem broadcast,em nat-rede fim a fim,criptografia 100% integrada e VPN IP custo zero.
   Os endereços multiplos utilizado no IPV6 são: Unicast: Comunicação de áudio e video, Multicast: compartilha informações por varias máquinas e Anycast:é um endereço atribuído a mais de uma interface, tipicamente pertencendo a nodos diferentes.
   Como o mundo está vendo o IPV6: Como uma inovação,continuidade de négocio-segurança,governança corporativa,compliance,ITIL,Cobit,implantação de novos projetos, Firewall (bloqueador),Nat(tradutor não é um mecanismo de segurança),firewall sem nat (roteador),aumento de produtividade,rede conhecida e distribuida e net-centric.
    Em função do esgotamento do IPV4 entra agora o IPV6 para o aumento de performace.

março 14, 2008

O que significa o Silverlight para a Microsoft

Filed under: Sem-categoria — by alira2008 @ 9:35 pm

O logo do Silverlight Desde que a Microsoft divulgou o Silverlight, muitas pessoas têm se perguntado se ele seria o nêmesis do Flash. De uma certa forma o Silverlight é diferente do Flash, pois ele é essencialmente o .NET framework portado como um web plugin, ou seja permite o uso de múltiplas linguagens de programação como o .NET suporta.

Alguns dizem que finalmente será possível escrever um código Javascript que funcionaria em todos os navegadores sem necessidade de adaptações – e todo desenvolvedor Web sabe como muitas vezes isso é um terror.

Opções de linguagem à parte, acredito que a estratégia da Microsoft esteja voltada para “espalhar” o .NET muito mais e a Web é um mecanismo muito valioso para isso. Desta forma, ela poderá vender mais suas ferramentas de apoio e desenvolvimento para o Silverlight.

Se ele vai ganhar o espaço do Flash ou não, isso depende de como a Adobe vai encarar a entrada do Silverlight no mercado. O Flash tem uma grande quantidade de recursos, mas sua popularidade está principalmente nos recursos multimídia e de vídeo.

E quem acha que a Sun vai ficar só olhando? Ela já apresentou um projeto chamado “JavaFX Script”, para a produção de aplicativos acessíveis via Web – e com recursos para os dispositivos móveis, que estão cada vez se tornando comuns na nossa vida e a promessa de uma capacidade de acesso decente sem fio à Web nestes dispositivos.

Temos aí esta demanda, cada vez mais crescente, de aplicativos mais eficientes unindo o potencial das máquinas com a capacidade de conexão.

Surge o mundo do “Rich Internet Application”, que já está mudando a forma como interagimos com a Web e como ela agora se torna cada vez mais útil para todos nós. E isso cria novas oportunidades de negócio para quem surfa nesta onda

março 12, 2008

O Direito e a Novas Tecnologias

Filed under: Sem-categoria — by alira2008 @ 9:44 pm

Médico dá consultas pela web nos EUA

O consultório do doutor Howard Stark é silencioso. Muito silencioso. Não há pacientes na sala de espera. Não há recepcionista atendendo o telefone. Stark nem mesmo tem uma recepcionista.Em vez disso, ele e sua assistente, Michelle Norris-Bell, verificam alertas de e-mails em seus organizadores pessoais e – nos intervalos entre as consultas – em seus computadores.Stark transferiu a gestão das operações de seu consultório, em Washington, para a internet, e não poderia estar mais satisfeito. Desde que começou a atender via web, dois anos atrás, recebeu 14 mil e-mails. E no entanto ele se sente mais como um velho médico de família em uma cidadezinha do que como um pressionado médico moderno. “O total quer dizer 14 mil telefonemas que não precisei atender, e que os pacientes não tiveram de fazer”, ele afirma. Stark não cobra pelos e-mails que responde.”A pessoa precisa vir ao consultório uma vez por ano para o seu exame regular”, ele afirma. O restante do serviço é gratuito – renovação de receitas, perguntas rápidas sobre remédios, até mesmo perguntas sobre picadas incomuns de insetos. “O que recebo? Uma foto do escorpião que picou um paciente em Belize”, diz Stark, rindo. “E eu respondi que teria sido melhor se ele tivesse me mandado uma foto da perna que foi picada.”O médico também recebe informações atualizadas sobre a vida de seus pacientes. “As pessoas dizem que o e-mail é muito impessoal. Mas não é verdade. É muito pessoal, porque eles podem me contar como vão seus filhos”, disse Stark em entrevista, em um consultório que, à exceção da ausência de telefones, parece perfeitamente comum. “Eu fico bem mais perto do que está acontecendo aos meus pacientes”, acrescentou. “Sinto como se tivesse levado a medicina do século 21 a um modelo mais parecido com os dos antigos médicos, que sabiam como andava a vida da família de seus pacientes.” Stark diz que dedica pelo menos meia hora a cada paciente, ante a média de 10 minutos que se tornou comum na medicina norte-americana, e que o sistema de gestão via Internet lhe permite economizar 50 mil dólares ao ano só em salários.

Tema: Toni. Blog no WordPress.com.

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